Tipos de robôs industriais: como escolher a tecnologia certa

Nem todo robô é igual, e isso muda como eles são aplicados no mercado. 

Quando falamos em robótica, muita gente ainda imagina que todos os robôs fazem a mesma coisa, mas não!

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Existem diferentes tipos e cada um resolve um problema específico. É isso que define como e onde eles são aplicados, especialmente na indústria. 

E neste artigo a gente te explica.  

Por que existem diferentes tipos de robôs industriais? 

Antes de começarmos a falar sobre os diferentes tipos de robôs industriais, vale destacar, de forma objetiva, que robôs são máquinas projetadas com capacidade de executar uma gama de tarefas em diferentes setores, de forma consistente e com agilidade. 

E como essas tarefas variam em complexidade, ambiente e objetivo, surgem diferentes tipos de robôs, desde braços robóticos simples até robôs autônomos avançados. 

Por isso, um dos focos da implantação de sistemas de robôs industriais é automatizar atividades que são muito monótonas ou arriscadas para trabalhadores humanos, aumentando a efetividade operacional e a segurança. 

Um dos principais tipos de robôs industriais

Braços robóticos 

São os mais tradicionais. Atuam em tarefas repetitivas e de alta precisão, como soldagem, montagem e movimentação de peças. São essenciais para produtividade e padronização dentro da linha de produção. 

O objetivo dos braços robótico são: repetição e precisão.

Robôs colaborativos (cobots) 

Projetados para trabalhar junto com pessoas. Eles dividem o espaço com operadores humanos, trazendo mais flexibilidade para processos que exigem interação entre trabalho manual e automatizado. 

O objetivo dos cobots é: a colaboração.

Robôs móveis autônomos (AMRs) 

Aqui a lógica muda. São robôs que se deslocam pela fábrica ou armazém de forma autônoma, geralmente sobre rodas, transportando materiais e otimizando fluxos logísticos. 

O objetivo dos AMRs é: eficácia operacional.

Robôs móveis de inspeção (como o Spot) 

Como parceiros da Boston Dynamics no Brasil, nós do Itaipu Parquetec acompanhamos sua evolução tecnológica. 

Diferente dos AMRs tradicionais, robôs como o Spot NÃO foram feitos apenas para transportar. Com mobilidade avançada, sensores térmicos, câmeras e sistemas de mapeamento, ele consegue: 

  • acessar áreas de difícil acesso;  
  • realizar inspeções contínuas;  
  • mapear ambientes e gerar dados técnicos;  
  • identificar anomalias antes que se tornem falhas. 

Ou seja, o objetivo aqui é inteligência operacional. 

Quer conhecer mais sobre o Spot e aplicá-lo na sua operação?  

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O que isso muda para a indústria? 

A adoção de robótica na operação não é apenas uma evolução tecnológica, é uma mudança no modelo de gestão. Uma vez que ela poderá contar com: 

  1. Coleta contínua de informações, a operação deixa de reagir a eventos e passa a antecipar cenários, reduzindo incertezas na tomada de decisão;
  2. Aumento da frequência e padronização das inspeções resulta em menos falhas não planejadas, melhor utilização de ativos e maior estabilidade operacional; 
  3. A substituição da presença humana em áreas críticas reduz exposição a riscos e fortalece práticas de segurança, sem comprometer a visibilidade da operação.